segunda-feira, 16 de abril de 2012

FESTA DA DIVINA MISERICÓRDIA

1 - Cristo está sempre ratificando o quanto Ele deseja que todas as almas se salvem. Daí porque, mesmo tendo prometido, através de Santa Margarida-Maria Alacoque, a Salvação a quem fosse devoto de Seu Sagrado Coração, séculos mais tarde apareceu a Santa Faustina, que viveu de 1905 a 1938. Apareceu falando de Sua Divina Misericórdia.  2 - Assim, a Devoção ao Sagrado Coração e sua Festa, é uma coisa; e a Festa da Misericórdia (Festa que foi instituída a partir das Revelações de Cristo a Santa Faustina), é outra coisa. Mas, as duas coisas são expressões do mesmo amor Infinito que devora o Coração de Cristo! Ambas têm o mesmo objetivo: persuadirem os homens a se converterem, a viverem no mundo, mas sem pertencerem ao mundo. O ideal é que abracemos a Devoção ao Sagrado Coração, pois, automaticamente, estaremos sendo cobertos pela Divina Misericórdia. Ou seja, se evitarmos o .....

Pecado Mortal, estaremos assegurando nosso lugar no Céu, onde moraremos com Cristo, Nossa Senhora, Santa Margarida, Santa Faustina, os outros Santos e Santas, e os Anjos. Então, veremos e entenderemos Cristo. Claro que não vamos ficar oniscientes como Ele, mas entenderemos todos os mistérios que hoje aceitamos, mansos e humildes, pela Fé... 3 – O Diário de Santa Faustina é longo. Por ex., Cristo disse: "Minha filha, dize que sou o Amor e a Misericórdia em pessoa".(Diário, pág. 374). Jesus disse à Irmã Faustina: "A humanidade não encontrará paz, enquanto não se voltar com confiança para a misericórdia divina" (Diário, pág. 132).  4 – Por que Santa Faustina escreveu um Diário, com as visões e revelações de Cristo?  É que um dos confessores de Santa Faustina, Padre Sopocko, exigiu que ela escrevesse as suas vivências em um diário espiritual. Este diário compõe-se de alguns cadernos. Desta forma, não por vontade própria, mas por exigência de seu confessor, ela deixou a descrição das suas vivências místicas, que ocupa algumas centenas de páginas.   Sábia ordem do Padre Sopocko, pois, verbalmente, os recados que Cristo mandou Santa Faustina dar, ficariam prejudicados.


5 – A Igreja, reconhecendo a santidade de Faustina, e impressionada com o seu Diário, declarou-a Beata e, depois, Santa.

A canonização de Santa Faustina aconteceu em 30 de Abril de 2000, pelas mãos do Papa João Paulo II, de quem também se conseguiu a instituição da Festa da

Divina Misericórdia.Ele determinou que no 1º domingo após a Páscoa, fosse celebrada a Festa da Divina Misericórdia.

6 - Cristo Se apresentou a Santa Faustina com raios saindo de Seu Sagrado Coração: um lado, de uma cor; o outro lado, de outra cor.
Sim, do Sagrado Coração, a Irmã Faustina Kowalska, viu partir dois fachos de luz que iluminam o mundo: "Os dois raios, explicou-lhe o próprio Jesus, representam o sangue e a água" (Diário, Libreria Editrice Vaticana, pág. 132).

7 – Muitos católicos pensam erroneamente que, ao ratificar junto a Santa Faustina a Sua Divina Misericórdia, Cristo estava assegurando a Salvação da Alma a todos, mesmo àqueles que querem continuar no Pecado.

Isto não é verdade: o Inferno infelizmente existe, e não basta o mau devoto dizer “Confio-me à Divina Misericórdia”, enquanto continua numa vida fora do Plano de Deus, ostensiva ou ocultamente...

Evangelizadores não-evangelizados passam esta mensagem pérfida e mortal. Tenhamos cautela.

Para ajudar Santa Faustina a ajudar o próximo, Nosso Senhor fez com que ela visitasse o Inferno. (O que também aconteceu com outros santos.) Ela diz:

“Hoje, conduzida por um Anjo, fui levada às profundezas do Inferno um lugar de grande castigo, e como é grande a sua extensão. Tipos de tormentos que vi:

Primeiro tormento que constitui o Inferno é a perda de Deus; 

o segundo, o contínuo remorso de consciência;

o terceiro, o de que esse destino já não mudará nunca;

o quarto tormento, é o fogo que atravessa a alma, mas não a destrói; é um tormento terrível, é um fogo puramente espiritual, aceso pela ira de Deus;

o quinto é a contínua escuridão, o terrível cheiro sufocante e, embora haja escuridão, os demônios e as almas condenadas vêem-se mutuamente e vêem todo o mal dos outros e o seu.

O sexto é a continua companhia do demônio; 

o sétimo tormento, o terrível desespero, ódio a Deus, maldições, blasfêmias.

São tormentos que todos os condenados sofrem juntos. mas não é ó fim dos tormentos.Existem tormentos especiais para as almas, os tormentos dos sentidos. Cada alma é atormentada com o que pecou, de maneira horrivel e indescritível. Existem terríveis prisões subterrâneas, abismos de castigo, onde um tormento se distingue do outro. Eu teria morrido vendo esses terriveis tormentos, se não me sustentasse a onipotência de Deus. 

Que o pecador saiba que será atormentado com o sentido com que pecou, por toda a eternidade. 

Estou escrevendo por ordem de Deus, para que nenhuma alma se escuse dizendo que não há inferno ou que ninguém esteve 'lá e não sabe como é.

Eu, Irmã Faustina, por ordem de Deus, estive nos abismos para falar às almas e testemunhar que o Inferno existe. Sobre isso não posso falar agora, tenho ordem de Deus para deixar isso por escrito. Os demônios tinham grande ódio contra mim, mas, por ordem de Deus tinham que me obedecer. O que eu escrevi dá apenas uma pálida imagem das coisas que vi. Percebi, no entanto, uma coisa: o maior número das almas que lá estão é justamente daqueles que não acreditavam que o Inferno existisse. Quando voltei a mim, não podia me refazer do terror de ver como as almas, sofrem terrivelmente ali e, por isso, rezo com mais fervor ainda pela conversão dos pecadores; incessantemente, peço a misericórdia de Deus para eles. "O meu Jesus, prefiro agonizar até o fim do mundo nos maiores suplícios a ter que vos ofender com o menor pecado que seja."

8 – Os fundamentos do que Santa Faustina ensinou, na Sagrada Escritura

8.1) A perda de Deus 

Então Ele dirá aos que estiverem à Sua esquerda: 'Malditos, apartem-se de Mim' (Mt 25:41). 

Aqueles serão punidos de uma perda eterna, afastados da face do Senhor e da glõria da Sua força (2 Ts 1:9).

8.2) O remordimento da consciência 

O seu verme não morrerá (Mc 9,48).

8.3) O destino dos condenados nunca cambiará 

"E estes irão para o castigo eterno" (Mt 25:46).

8.4) O fogo 

'Malditos, apartem-se de mim para o fogo eterno' (Mt 25:41).

8.5) As trevas 

lancem-no para fora, nas trevas (Mt 22:13; Mt 25:30).

8.6) A companhia Satã 

"Então Ele dirá aos que estiverem à Sua esquerda: 'Malditos, apartem-se de Mim para o fogo eterno preparado para o diabo e seus anjos." (Mt 25:41).

8.7) O desespero 

Ali haverá choro e ranger de dentes (Mt 22:13; Mt 24:51; Mt 25:30).

9 – Provavelmente, algumas pessoas que neste momento estão lendo este texto, agora estão chocadas com esta história de Inferno... “Como é que pode?! Eu vou ler um texto sobre Jesus Misericordioso, e, de repente, me vêm falar de Inferno?!... Não aceito isto!” 

Irmãos em Cristo, assim estaremos nos queixando do próprio Cristo, já desprezando a Misericórdia dEle. Foi Ele Quem fez Santa Faustina conhecer esse lugar criado para nele serem jogados os anjos que usaram o livre arbítrio dado pelo Criador, para se rebelarem contra esse Criador. 

A Misericórdia de Cristo consiste justamente em Ele nos dar, como possibilidade, o mesmo caminho escolhido por Nossa Senhora, Santa Margarida, Santa Faustina, enfim, todos os Beatos e Santos e Santas elevados à honra dos altares ou anonimamente, no Céu!

Cristo deixou claro: Ele quer prolongar o período de Misericórdia, antes de vir como juiz. Antes de vir, como dizemos no Credo, para julgar os vivos e os mortos.

Aceitemos a Jesus Misericordioso, como fizeram os Apóstolos, o Beato Padre José de Anchieta, todos os Mártires, Santa Teresinha do Menino Jesus, São Dom Bosco, Santa Maria Goretti, Santa Gianna Beretta, Santa Bernadete, Beatos Francisco e Jacinta, Beata Albertina Berkenbrock, e toda a constelação de criaturas de Deus que fizeram opção de morar com Ele!

 Fonte:http://www.ultimasmisericordias.com.br

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