quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Os 7 Pecados da Igreja Católica – ISTO É mentira

Minhas ponderações sobre o artigo:  http://www.istoe.com.br/ OS_7_PECADOS_DA_IGREJA_CATOLICA

1º – Primeiro objetivo da matéria: “vender exemplares”. O chamariz no topo da capa da revista para atrair o público.
2º – Segundo objetivo da matéria: “distorcer os fatos e denegrir a Igreja Católica em pleno 12 de Outubro”. A Igreja Católica é Santa e não tem nenhum pecado. Pecadores somos nós. A Igreja Católica é Una, Santa, Católica e Apostólica. O título “Os 7 Pecados da Igreja Católica” é mentiroso, pernicioso e imoral.
3º – Não acredite no teólogo J. B. Libânio. Aparentemente pode parecer coisa boa, pois ele tem o dom da escrita. Mas, nas entrelinhas, sempre tem algo contrário a verdadeira Igreja de Jesus Cristo.
4º – A Igreja não perde fiéis, pois  ..........
quem é fiel não abandona a Igreja de Cristo.
5º – Com o advento da prosperidade, é normal que as pessoas não procurem o Criador para agradecer o dom da vida. O número de pessoas que se dizem crentes está diminuindo, mas está aumentando o número de pessoas que se dizem doentes, estressados, cansados, fatigados e sem sentido de viver.
6º – O índice de rejeição ao catolicismo é fruto de uma campanha maciça da mídia brasileira, de ataque ao Papa Bento XVI, apoiados por teólogos da Teologia da Libertação, tais como Leonardo Boff, J.B. Libânio, Frei Betto, José Maria Vigil e outros.
7º – Acontece que hoje em dia, as pessoas querem pregar o amor livre entre homossexuais, pervertidos sexuais, legalização do aborto etc. Mas a Igreja Católica não abre mão do Depósito da Fé que recebeu de Jesus Cristo e dos Apóstolos. Se algum padre errar terá que prestar contas do seu erro, assim como homens e mulheres prestarão contas de seus atos.
8º – O índice de escândalos na Igreja é ínfimo se comparado com outras instituições. A pedofilia está presente na família, na Igreja, nas escolas etc.
9º – A Igreja é sábia e detém os sacramentos necessários para a nossa salvação. Eu prefiro seguir os ensinamentos da Igreja que tem 2 mil anos, do que tendências e modismos de gente fraca, pois a Igreja Católica tem identidade. Quem está perdendo a identidade é a sociedade brasileira, basta comparar os números de nascimentos e mortes registrados anualmente.

Por: Jaques Douglas Bonamigo – jaquesbonamigo@yahoo.com.br  - Campo Grande – MS
Fonte: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/

Um comentário:

  1. Olá!
    Gostaria de apontar um pequeno erro da postagem. Erro com desdobramentos potencialmente grandes. Afirma que "A Igreja Católica é Santa e não tem nenhum pecado. Pecadores somos nós. A Igreja Católica é Una, Santa, Católica e Apostólica".
    Esse erro é um erro que, na minha humilde opinião, dá um cheque em branco para a Igreja. Isto é, autoriza-a a cometer qualquer tipo de ato pelo santo nome de Deus. Ora, penso que a Igreja dos representantes de Deus é feita por humanos não por Santos. Digo, "santo" é, pelo que se pode facilmente aprender pela fé católica, uma designação póstuma. Enquanto que "bispo", "padre, "Papa", etc, são designações terrenas. Quero dizer, são aplicadas aos vivos, aos que cometem pecados, aos que erram, mesmo tentando acertar.
    O corpus burocrático católico é, dentre outras coisas, humano. E como humanos, estamos TODOS, sem exceção, sujeitos ao erro. Duvido que, entre os desígnios divinos para os homens, não haja más interpretações do que é passado, inclusive se for pelo Santíssimo Espírito.
    Uma das bases da fé católica é o arrependimento. Penso que o “vá meu filho e não peques mais” seja uma das melhores coisas que o cristianismo passou através do tempo, mesmo constantemente pervertido. Aí, inclusive, o sentido do perdão passado com tanto empenho pelo que mais próximo temos das palavras de Cristo, os apóstolos e evangelistas. Mas, o perdão só existe à medida que se erra. É pressuposto linguístico-causal o erro para o perdão. E, na fé católica, quem perdoa é Deus pela representação do padre. “Padre” com sentido de “pai”, aquele que acolhe e cuida. Tanto que o sacramento da confissão é um dos mais importantes para a doutrina. Pois, ele é determinante para o conhecimento do que “errei e me arrependi”, este é o mínimo necessário para a correção e superação do pecado.
    Agora, a pergunta aqui é: Quem peca? Os humanos? A instituição?
    Duvido, caro, que quem peca seja a instituição, quem o faz são humanos. Mas, se há alguém (um humano, ou grupo humano) por trás da instituição é natural que a instituição cometa erros. Gosto de pensar que os erros institucionais ocorridos na Idade Média e durante o Holocausto Nazista, foram erros humanos, infelizmente, acobertados por uma instituição.
    Qualquer um que se proponha a ler um pouco sobre a história da Igreja Romana sabe que ela se constituiu a fundamentos de ossos e sangue. Triste, mas, por sua estrutura humana, real e possível. O que constrói uma instituição são concepções humanas. Às vezes concepções errôneas e pecadoras, às vezes concepções corretas e pecadoras também. Uma vez que por trás de todo acerto pode haver uma infinidade de erros que o construam sólido.
    Há, infelizmente, uma cegueira que os crentes (“crentes” aqui em sentido lato que abrange inclusive ateus) que os impede de ver que por trás de toda instituição humana, há homens que erram e acertam. Há, sim, atitudes do Vaticano que se empenham em corrigir erros e houveram atitudes do Vaticano que se empenharam em esconder erros. As mudanças constantes de padres envolvidos em escândalos de pedofilia de um domicílio ao outro sem maiores punições são um exemplo disso. Hoje, vemos que há um empenho mais sério da Igreja em corrigir isso. Algo que considero extremamente válido e correto. Isso porque, por mais que seja uma instituição voltada ao lado espiritual, é ainda uma instituição que tem que se curvar aos mais diversos valores morais e políticos humanos, entre eles o de que um crime é passível de punição.
    E, para finalizar, todas as vezes que citei a palavra “erro” ou alguma de suas variações se referem a pecados. E pecado no sentido mais amplo da palavra, “pecar ou errar contra algo”. Digo com isso que só é possível o pecado para os humanos, mas a instituição não se encontra fora da esfera humana. Uma vez que, é regida por humanos, mesmo que orientada por Deus.
    Obrigado,
    Chiyoko Gonçalves.

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