A injustiça praticada contra Jesus no sufrágio universal
No Evangelho de Lucas capítulo 23 versículo 25, Jesus “perde” a sua vontade em detrimento da prática de um ato de poder proferido por uma autoridade para libertar um criminoso: "e entregou Jesus à vontade deles" . Ou seja, o governador Pilatos, ao escutar a vontade do povo cerceou a vontade e a liberdade de Jesus em detrimento da soltura de um criminoso conhecido como Barrabás que estava preso por crime de homicídio. Neste ato de governo, Pilatos provou para o povo que a justiça terrena é falha, injusta e cruel com os inocentes. Mostrou ainda, que ser honesto, íntegro e bom como Jesus não é aceitável em nosso modelo de sociedade humana: "Pela terceira vez, Pilatos ainda interveio: Mas que mal fez ele, então?" (Lucas, 23,22). E se pensar um pouco fora da caixa, perceberá que o sistema de sufrágio universal, que é o pleno direito ao voto de todos os cidadãos, é falho desde a época de Jesus. E mais ainda, o povo não tem qualificação e preparo adequado para escolhe...